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Censura prévia é criticada na conferência sobre liberdade de imprensa
O empresário e conselheiro da Abert, João Roberto Marinho, participou da III Conferência Legislativa sobre Liberdade de Imprensa, nesta terça-feira (29) e reafirmou que há decisões judiciais em questões que a imprensa está envolvida, que configuram censura prévia, estabelecem indenizações de valor exorbitante, que acaba prejudicando e inviabilizando muitas empresas de comunicação. Para João Roberto Marinho, a melhor alternativa, nesses casos, é o direito de resposta. Marinho também ressaltou que a Constituição garante a liberdade de expressão.
No evento, o empresário Roberto Civita, da Editora Abril, disse que a liberdade de manifestação é condição fundamental para a consolidação da democracia. “Veículos independentes, pluralidade, competição e mercado livre são algumas das principais características da liberdade de manifestação”. O empresário também elogiou a atuação do Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar). “O trabalho desempenhado pelo conselho é a prova de que a auto-regulamentação no Brasil triunfou no segmento da comunicação. Publicitários, veículos, anunciantes e cidadãos convivem em um ambiente harmônico, consolidando a cultura da boa fé”, enfatizou. O empresário criticou projetos de lei que restringem a liberdade de imprensa e de publicidade. Civita afirmou que a publicidade é um dos pilares da democracia porque mantém os veículos em funcionamento. "Na imprensa, quanto menos legislação, melhor. A imprensa não deve ser regulamentada, mas garantida e exercida com responsabilidade", afirmou.
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